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Selo Umbilical chega para facilitar a carreira do músico de jazz e da música brasileira

Selo Umbilical chega para facilitar a carreira do músico de jazz e da música brasileira

A novidade da Umbilical que acaba de chegar às plataformas digitais na última sexta-feira (29) é o álbum de Anderson Quevedo Trio

A Umbilical é um projeto ousado e corajoso. Trata-se de um pequeno selo que tem como vertente o jazz e a música brasileira. O selo tem como princípio fundamental atuar de forma completa e facilitar a vida do artista. O projeto é uma sociedade do guitarrista e produtor musical de Barcelona Magí Batalla, e o músico e produtor executivo paraibano Cleanto Neto.

“Desenvolver o projeto em todas as fases com valor acessível é contribuir para que o artista se dedique mais ao estudo do instrumento e ao repertório, mantendo o foco na música”, afirma Magí. “Garimpamos artistas em várias regiões, pois acreditamos que a Umbilical é mais do que um selo, é um espaço de troca, um catalisador de potencialidades”, completa Cleanto.

Para cada artista, a gravadora disponibiliza a sua estrutura e recursos para a gravação do disco, planejamento e execução do projeto de divulgação incluindo a parte gráfica, vídeos, assessoria de imprensa, redes sociais, distribuição e agendamento de shows.

Anderson Quevedo Trio

A gravadora chegou ao mercado com vários lançamentos, entre eles “Elo”, disco de Vitor Arantes Quarteto e o álbum do guitarrista Líbero Dietrich, “Canções sem Palavras”. Em fevereiro é a vez da cantora Fran Nóbrega lançar pelo selo seu primeiro álbum.

A novidade da Umbilical que acaba de chegar às plataformas digitais na última sexta-feira (29) é o álbum de Anderson Quevedo Trio. Formado por Anderson Quevedo (saxofone), Daniel Amorin (contrabaixo acústico) e Pedro Henning (bateria), o trio, assim como o lendário quarteto de Gerry Mulligan, não conta com acompanhamento harmônico. Participam também em três faixas do disco, Pepe Cisneros (piano) e Jota.P Barbosa (saxofones soprano e tenor), peças ímpares que se encaixam na engrenagem do trio.

Com todas as composições de Anderson, indo do free jazz à música de concerto, o disco tem uma sonoridade crua e despida de adornos, onde o groove e a cumplicidade entre os instrumentistas são elementos de destaque. O repertório é formado por “Das Três às Seis”, “Sem Saída”, “Caminho de La Plata”, “Balada”, “Dança”, “Uma Saudade” e “Afro Blue”.

Para o saxofonista, flautista, clarinetista, arranjador, compositor, maestro e professor Roberto Sion, o álbum conta com “uma linguagem contemporânea, ousada, que corajosamente abdica de acordes no acompanhamento, mas que em nenhum momento perde sua fluência e nos faz ficar com vontade de ouvir”.

Créditos: Revista Fórum

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